Discussão sobre retomada do Ceris e acolhida de novos assessores

3/fev/2016 - Nenhum Comentário

“Temos a alegria deste reencontro após o período de férias. Reunimo-nos com a esperança que vem da presença misericordiosa de Deus”, disse o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sergio da Rocha, durante a abertura da reunião do Conselho Episcopal Pastoral da entidade, que acontece nos dias 3 e 4 de fevereiro, em Brasília (DF).

A primeira sessão da reunião foi dedicada ao Centro de Estatística Religiosa e Investigação Social (Ceris), criado em 1960 e que teve suas atividades encerradas em 2006. O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Comissão que acompanha o Ceris, cardeal Raymundo Damasceno Assis (foto), durante exposição aos bispos do Consep, lembrou que o Centro “prestou grande serviço à Igreja no Brasil, em vários campos como na pesquisa, ações sociais, por meio sobretudo de assessorias”. A proposta da Comissão é retomar as atividades do Ceris, que tem sede no Rio de Janeiro. “Não podemos deixar o Ceris morrer”, acrescentou dom Damasceno. O Grupo de Trabalho, indicado pela Presidência da CNBB, ainda em 2015, elaborou um novo estatuto para a entidade, que será apresentado ao Conselho Permanente da CNBB na reunião de março deste ano. Também foi exposto o pré-projeto institucional do Ceris, elaborado pela professora Silvia Fernandes, ex-funcionária do Centro. O documento sugere o campo de atuação do Ceris nesta nova fase.

Acolhida

Ainda, na primeira sessão, o Consep acolheu os novos assessores da CNBB, entre eles: padre Olávio Dotto, da Província Franciscana de Porto Alegre, que assumirá a assessoria da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz; padre Nelson Rosselli, da diocese de Santo André (SP), que irá acompanhar as Campanhas da Fraternidade e da Evangelização; padre Paulo Renato Campos, da diocese de São José dos Campos, responsável pela Assessoria Política da CNBB; o leigo Eurivaldo Ferreira, da arquidiocese de São Paulo, para o setor Música Litúrgica, da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia.

De acordo com o Estatuto da CNBB – Documento 70, os assessores colaboram para a missão da Conferência, os quais, em razão da preparação específica, experiência pastoral e integridade de vida, são chamados a cooperar, nos diversos órgãos e setores, no âmbito da Conferência Episcopal, ou com dedicação permanente ou em tarefas transitórias.

O artigo 14 do Estatuto recorda que “os assessores e peritos, em espírito de fé e de serviço eclesial, agirão em íntima comunhão com os membros da CNBB, segundo as diretrizes desta e as normas do regimento que lhes são próprias”.

Por CNBB


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